O Escritório

Com o curso de graduação em Direito, o bacharel, devidamente aprovado na prova da OAB, pode exercer a profissão de advogado. Mas esse curso também abre as portas para diversas carreiras jurídicas, como a magistratura, a do Ministério Público, a de Delegado de Polícia, a de Procurador de Autarquias, órgãos públicos etc. Mas é na advocacia que encontramos a verdadeira vocação para a luta pelos direitos dos cidadãos. A advocacia é a essência do curso de graduação que fazemos, que bem poderia se chamar CURSO DE ADVOCACIA.

Para nós isso é uma realidade, porque depois de passar por vários cargos públicos, cuja bagagem de conhecimento fundamental está no Curso de Direito, retorna-se à paixão inicial que, para muitos de nós, foi a razão de ter escolhido essa área do conhecimento humano para se formar: a advocacia.

Advogar é uma paixão e um sacerdócio. Paixão, porque escolhemos esse caminho ainda quando jovens e é na adolescência que esse sentimento domina as ações das pessoas. Confirma-se que essa paixão, sentimento normalmente efêmero, se transformou em algo mais profundo, que é o amor pelo que se faz e, principalmente, como se faz: com ética, honestidade e responsabilidade.

Por isso, após passar em vários cargos, várias experiências, atuando em diversas áreas do Direito, chega-se a um momento em que se vislumbram condições de se retornar à advocacia comandando um grupo de jovens advogados especialistas em áreas diversas, o que é um novo desafio, uma nova experiência e uma nova oportunidade de agradecer a Deus pela escolha certa da profissão escolhida.

“Aos advogados que se reúnem a nós damos alguns conselhos estratégicos importantes:
I. Jamais usem a arrogância e a prepotência de que já sabem. Todos os novos casos são casos novos que precisam ser estudados;
II. A simplicidade e a humildade, tão esquecidas na nossa área, são grandes armas na dialética jurídica, levando sempre os seus detentores à vitória contra seus contendores;
III. Às vezes, o silêncio é uma grande arma, para não espantar a presa, embora haja momentos em que ele poderá ser visto como covardia;
IV. As palavras sempre devem ser medidas com muito critério, porque tudo deve dito, no momento apropriado, exceto a reserva técnica, mas cuidado com a preclusão;
V. Sejam, pois, discretos, como a serpente pronta a dar o bote fatal e firmes como o mais puro granito das nossas montanhas, jamais recuando na defesa dos direitos dos nossos constituintes”.

JOSÉ RODRIGUES PINHEIRO

Sócio Fundador

Capixaba de Vitória-ES, formado na Academia de Polícia Militar de Minas Gerais, para prestar serviços de Oficial da Polícia Militar do Espírito Santo, tendo saído no ano de 1984 para assumir o cargo de Promotor de Justiça do Estado de Minas Gerias, nomeado que fora em razão do concurso de provas e títulos naquele Estado. No ano de 1986, assumiu o cargo de Promotor de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, também por concurso público de provas e títulos. Foi professor da Universidade Federal do Espírito Santo nos anos de 1992 a 1994, nas matérias de Direito Penal, Direito Processual Civil e Prática Forense, tendo saído para assumir o cargo de Juiz de Direito, ao qual se dedicou até o dia 31 de março de 2018. Autor de seis livros impressos e um online (www.jurispinheiro.com.br).

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